quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ao SDEC

Obrigada pelo convite para participar neste espaço de partilha, de ajuda, de reflexão.
É neste espírito de equipa que a Catequese deve trabalhar.
Um bem haja a todos.

ADVENTO: VIVÊNCIAS

Advento:
É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
Nas nossas comunidades e arciprestados já temos vivências para este tempo. Partilhemos!
Do Arciprestado de Paredes de Coura chegou-nos a Vivência de Advento utilizada em 2004 que poderá ser útil.
Com a pretensão de envolver catequese, família e comunidade em geral, as comunidades de Cristelo e Moledo, no arciprestado de Caminha, prepararam e partilham connosco a sua Vivência.
A nossa colega "Catequista" partilhou connosco o que farão na sua paróquia:
"Na nossa paróquia a vivência do Advento pretende envolver a família e a comunidade, de um modo geral. Em cada semana, na Eucaristia que contará com a participação da catequese, será colocada uma peça do presépio que estará a ser construído ao lado do altar. Aí estará afixada a frase da semana para reflectir por todos, em casa ou na igreja. Todos serão convidados ainda a oferecer estímulos de vida (Estímulos de vida são gestos, atitudes ou palavras que permitem dizer ao outro o amor que se lhe tem, reconhecer nele os aspectos positivos, acarinhá-lo como uma pessoa única e olhá-lo como uma obra da ternura de Deus. Assim, em cada semana, será proposto à criança/comunidade paroquial que ofereça estímulos de vida à pessoa a quem se dedica a semana.) Nos grupos de catequese a ideia também será construir um presépio (com os grupos de crianças) ou convidar à reflexão (no caso dos adolescentes). O produto final será apresentado na nossa celebração de Natal, a realizar na Epifania. "

domingo, 25 de novembro de 2007

Decálogo do Domingo Cristão

O recenseamento da prática dominical dos católicos veio demonstrar que no nosso país o sentido cristão do Domingo está em declínio. Na Carta Pastoral Dies Domini (Dia do Senhor) de João Paulo II, são apresentados os 10 mandamentos do cristão em relação à vivência do Domingo:

  1. No Domingo celebra-se a vitória de Cristo, é o Dia da Ressurreição do Senhor. E o dia da “nova criação”, e tempo de prefiguração do “último dia”, quando Cristo vier na Sua glória “fazer um mundo novo”.
  2. Não se converta o Domingo em fim-de-semana, entidade como meio tempo de descanso e diversão.
  3. O Domingo é o dia da fé e da esperança, pela participação na eucaristia, “Ceia do Senhor”, “bodas do Cordeiro”.
  4. A missa dominical actualiza o sacrifício da cruz, embora de modo incruento.
  5. A missa de TV é para os que estão impedidos de participar na Eucaristia, e por isso estão dispensados do preceito; os outros devem participar no local em que se encontrem.
  6. Domingo é o dia da alegria e para a educação na alegria; não é dia penitencial.
  7. O descanso dominical é uma coisa sagrada: dia de paz do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo.
  8. O Domingo é uma Escola de Caridade.
  9. O Domingo revela-nos o sentido do tempo, já que nos orienta para a segunda vinda de Cristo.
  10. O cristão não pode viver sem a missa dominical.

Se, no passado, foram os monges que contribuíram para a santificação do domingo, já caberá, porventura, às famílias cristãs essa missão, vivendo-o antes de mais como o Dia do Senhor e Dia da Família.

In http://www.sdplviseu.web.pt

Vou à missa aos domingos, porquê?

Para responder a esta pergunta, preciso de ter em conta toda a minha vida, a educação e o testemunho da minha família, a formação catequética e académica que fui adquirindo durante a vida e as leituras que foi fazendo nos meus tempos de lazer, de pesquisa e de formação permanente.
Vou à missa aos domingos por obrigação ou porque a Igreja assim o “preceitua”? Vou à missa porque acredito. Poderia ir à missa por rotina, porque sempre foi assim (domingo, dia do Senhor), não esquecendo os “dias santos de guarda”.
Quero deixar bem claro que vou à missa aos domingos por necessidade. Sim, por necessidade de rezar em comunidade, porque todos os dias faço a minha oração pessoal. Vou à missa aos domingos, porque tenho necessidade de rezar em comunidade, com as pessoas que conheço e também com aquelas que desconheço, ou que nunca as tenha visto ou cruzado na minha vida. Vou à missa para, com os outros, partilhar um momento de oração, de acção de graças que é toda a celebração da Eucaristia.
Vou à missa porque gosto, ninguém me obriga, a não ser uma necessidade interna: necessidade de ir à missa.
Também quero dizer que vou à missa para, em comunidade, contemplar e fazer uma experiência de Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo, para agradecer tudo, a vida, o facto de ser e de estar vivo, a capacidade de fazer opções, apesar das minhas misérias humanas.
Mas, algumas crianças também me fazem esta pergunta: ir à missa, para quê? Bem, tenho que dar uma resposta simples, clara e compreensível. Dentro das minhas limitações, lá tento dar uma resposta.
Começo por lhes dizer que a missa é um acto de amor, de um amor como aquele que existe entre os pais e os filhos. O amor é algo que existe, ou seja, tem vida. Ora, tudo o que tem vida precisa de se cuidar e de se dar atenção. Há que cuidar da vida e também do amor.
Se temos plantas em casa, temos de cuidar delas, regando-as, adubando-as, para que estejam sempre bonitas e possam dar flores ou frutos. Se temos animais, temos de os estimar, alimentar e cuidar da sua saúde. Temos pessoas que gostamos muito. Devemos também cuidar deste amor, porque ele está vivo e vive porque estamos vivos (vive em nós e nos outros).
Assim, vamos à missa, porque amamos Deus, nosso Pai, que nos ama, e porque somos seus filhos também nos amamos uns aos outros, conhecidos e desconhecidos. Este amor tem de ser cuidado, alimentado, para crescer e dar fruto. Se este sentimento está gravado no meu íntimo, a missa ao domingo terá outro sabor.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

"Buscadores de Deus" e a "A Sagrada Escritura"

No passado fim de semana realizou-se, no Centro Paulo VI, em Darque, um retiro para catequistas. Estiveram presentes 25 catequistas provenientes dos arciprestados de Paredes de Coura, Valença e Viana do Castelo.
Ao longo do retiro, orientado pelo Pe. Dr. Alfredo Sousa, foram desenvolvidos os temas "Buscadores de Deus" e "A Sagrada Escritura". Este retiro foi realizado com "a Bíblia na mão", como referiu o Pe. Dr. Alfredo.
O próximo retiro, organizado pelo SDEC Viana realizar-se-á nos dias 8, 9 e 10 de Fevereiro e será orientado pelos Salesianos, do Porto.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Feed-back da renovação dos catecismos

O Arciprestado de Caminha, em reunião de Delegados Paroquais, fez uma análise sintéctica aos novos catecismos.
Deixamos aqui a sua reflexão:
Relativamente aos catecismos da adolescência: são esteticamente atractivos, envolvem mais os adolescentes - eles sentem que o catecismo lhes pertence; as imagens utilizadas são muito apelativas. Convém que os catecismos sejam actualizados frequentemente para não haver uma discrepância tão acentuada.
A existência de várias alternativas para a mesma catequese (na Experiência Humana) permite ao catequista adequar as actividades ao seu grupo concreto. A introdução de dinâmicas na interiorização da Palavra trouxe uma maior motivação por parte dos adolescentes à Sua reflexão. Realçam também as sugestões diversificadas quanto ao modo de oração e a introdução de actividades entre-catequeses.
Algumas actividades existentes nos catecismos tem gralhas; sugerem a sua correcção nas próximas re-edições (p.e. no catecismo do 7º ano, pág. 10 - REALIZAMOS: no Acróstico, os espaços deixados em branco não se coadunam com os caracteres a serem inseridos. Por ex. no 1: o A deveria ser a 1ª letra e não a 3ª).
Notam que o 1º encontro precisa de menos tempo do que o 2º. Se precisam de 1 hora para o 1º encontro, o 2º precisa de pelo menos 1:30h. Nem sempre é possível esta disponibilidade.

Relativamente ao catecismo do 1º ano, este é também muito atractivo, apelativo, com bastantes imagens. As actividades propostas foram bem conseguidas. As dinâmicas utilizadas são sugestivas e adequadas. Visto ter sido editado mais tarde, a análise não é tão aprofundada.
Como nota final, salientam a importância da formação para os catequistas.

Aguardamos o feed-back de outros arciprestados.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

MATERIAL DE APOIO

Já estão disponíveis, nas livrarias diocesanas, todos os CD's de apoio à Adolescência. Estes CD's contém as músicas sugeridas nos guias do catequista.
A re-edição do Guia do catequista do 1º ano também já está à disposição, nas livrarias diocesanas.
Para a semana chega o novo dossier de apoio ao catecismo do 1º ano. Inclui 96 imagens e dísticos para apoiar a dinamização dos encontros.
Aguardamos o feed-back dos catequistas em relação aos novos catecismos.

sábado, 10 de novembro de 2007

PROVISÃO

«Considerando que a fundamentação básica e catequese foi assumida como opção prioritária desta Igreja particular, particularmente após a realização do Sínodo Diocesano; reconhecendo-se a necessidade de reforçar de meios humanos esta área de pastoral; dispondo a Diocese, a partir do corrente ano, de mais um sacerdote com formação especializada nesta área do saber;
Havemos por bem nomear Vigário Episcopal para a Doutrina da Fé e Catequese o Rev.do Pe. Dr. Vasco António da Cruz Gonçalves, em acumulação com os cargos que já lhe estavam confiados.»

Viana do Castelo, 31 de Outubro de 2007
D. José Augusto Pedreira, Bispo de Viana do Castelo
Fonte: Notícias de Viana, n.º 1348 de 8 de Novembro de 2007

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE - Viveremos Eternamente!

É já hoje - 9 de Novembro, pelas 21:30 horas, no Centro Paroquial da Meadela, o 1º Encontro de Espiritualidade deste ano catequético.
Porque estamos a viver um tempo de oração e comunhão com os defuntos, o director do SDEC Viana, Pe. Valdemar Fernandes, ajudar-nos-á a reflectir sobre a realidade da morte celebrada em Cristo Ressuscitado.
Há uma cadeira reservada para cada um de nós!

A propósito deste tema, vem na Revista Audácia deste mês, um artigo interessantíssimo assinado por Margarida Maria, com o título ALÉM, HÁ ESPERANÇA. Passamos a citá-lo para reflexão:
«Os católicos acreditam numa vida além da morte, mas há quem defenda que com a morte tudo se acaba, tudo se apaga. Em todo o caso, não o sabemos, como não o sabiam os dois gémeos de um breve conto do qual me falaram recentemente e que passo a partilhar convosco. Os dois gémeos discutiam as suas preocupações no ventre da mãe. Um queixava-se que o outro tinha crescido muito e, por isso, já não se conseguia mexer. O outro, embora afirmasse ser muito franzino, tinha exactamente as mesmas queixas do irmão. Certo dia, um perguntou ao outro:
— Tens alguma ideia do que vai acontecer a seguir? Ficaremos aqui, esmagados, um contra o outro? Iremos odiar-nos devido à falta de espaço? O local onde estamos acabará por rebentar? O que vai acontecer connosco?
— Não faço ideia nenhuma — respondeu o outro. E continuou: - Não acreditas que há vida depois do nascimento?
— Vida depois do nascimento? Acreditas nisso? Onde foste buscar essa ideia?
— Claro que sim! Acredito que essa é a finalidade da nossa vida, aqui, nesta escuridão. É preciso que nos tornemos bastante fortes para enfrentar o parto e a vida que se segue ao nascimento.
— Estás maluco? Isto é um absurdo. E o que é que aconteceria lá fora, quando saíssemos daqui?
— Eu não sei quase nada... Mas, pelo que me apercebo, lá fora tem mais luz e ouço vozes. De vez em quando há aquele som melodioso que tanto nos agrada e acalma. E, quando estamos mais agitados, sinto uma espécie de mão a passar, como se nos acariciasse. Quem sabe, talvez haja outros a quem podemos tocar, talvez sejamos capazes de caminhar e de comer com a nossa própria boca.
— Que ideias mais estranhas tu tens! Comer com a boca? Para quê se temos o cordão umbilical que nos traz alimento e que, aliás, é muito curto para nos permitir sair daqui.
É evidente que deverá haver diferenças. Temos de esperar. Não sei...
— Pois claro que não sabes! Ninguém voltou de lá para contar! Mesmo ninguém, entendes? Com o nascimento, a vida termina. Aliás, eu acho que esta vida é muito sofrida e sombria.
— Mesmo que nós não saibamos o que vai acontecer, vamos, finalmente, conhecer a nossa mãe!
— A nossa mãe? Também acreditas nela? Onde é que ela está?
— Aqui, onde nós estamos, em toda a parte, à nossa volta! Sem ela não poderíamos estar vivos!
— Olha, nunca vi nada que se parecesse com alguma coisa chamada «mãe»... Não creio que ela exista!
— Tu não vês? Ou não queres ver? Às vezes, quando estamos quietinhos, eu ouço alguma coisa, como uma voz, um tanto inacessível, é certo, mas ao mesmo tempo, muito próxima de nós. Como quando nos mexemos... Julgo que ela existe e nos veremos um dia. E estou ansioso que esse momento chegue.
— Está bem. Queres iludir-te, não é? Fica com a tua imaginação...

METÁFORA
Este conto não tem um final, porque o fim é o que cada um de nós é capaz de fazer da vida para poder estar em Paz consigo mesmo.
De facto, costuma ouvir-se dizer que «da morte ninguém voltou» e não se sabe o que acontece depois. As diferentes religiões dão-nos também diferentes pontos de vista, mas as dúvidas são o que mais subsiste. Apesar de tudo, fica a esperança...
Este conto, esta metáfora da morte, permite-nos, contudo, reflectir. E não deixa de ser curioso que essa reflexão parta dos gémeos por nascer, sabendo nós já que, depois do nascimento, existe outra vida, ainda que ninguém tenha voltado ao ventre materno para o revelar, como defende um dos pequenos. Fica, no entanto, a fé do outro, a sabedoria de aprender a esperar de coração e mente abertos, a esperança em tudo o que o futuro nos pode trazer.
Não sabemos o que a morte nos traz, como os gémeos não sabiam o que lhes traria o nascimento. Mas temos de ter sempre a certeza de que a vida, seja qual for o momento em que se estiver, deve ser vivida plenamente, com a consciência da Paz e no sentido da esperança. »
em Revista Audácia, Novembro 2007, pag. 36

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

ADVENTO

Aproxima-se o tempo do Advento.
É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
E como vamos fazer essa preparação?
Com certeza, já estamos a pensar como vamos viver este tempo forte do Advento, nas nossas paróquias.
Caso queiram partilhar connosco essas vivências, não hesitem.
Aguardamos notícias vossas.