segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Entrega de Certificados

No próximo dia 17 de Fevereiro, pelas 11 horas, na Igreja de São Lourenço da Montaria, cerca de 40 catequistas do arciprestado de Viana do Castelo receberão das mãos dos seus párocos o Certificado do Curso de Iniciação realizado ao longo do 1º trimestre deste ano pastoral, na paróquia da Meadela.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

2000 anos de nascimento de São Paulo

Bento XVI convocou este ano como sendo o Ano Paulino, que de 28 de Junho de 2008 a 29 de Junho de 2009 irá recordar os 2000 anos do nascimento de São Paulo.
São Paulo comprometeu-se particularmente em levar a Boa Nova a todos os povos, tendo-se entregado completamente pela unidade e pela concórdia de todos os cristãos.
O Papa Bento XVI irá publicar brevemente um documento de convocação do Ano Paulino, estabelecendo o sentido espiritual desta celebração para os fiéis do mundo inteiro.
«Este ano permitirá redescobrir Paulo no seu incansável apostolado, reviver os primeiros tempos da Igreja, aprofundar o ensinamento paulino, peregrinar ao seu túmulo e aos lugares que percorreu e nos quais fundou as primeiras comunidades eclesiais, revitalizar a fé e o papel de cada um na Igreja», antecipou o cardeal D. Lanza di Montezemolo.
Bartolomeu I, o Patricarca Ecuménico de Constantinopla, também convocou para a Igreja Ortodoxa um Ano Paulino, a celebrar durante 2008 e, serão convidadas as várias denominações cristãos para participar na cerimónia de abertura das comemorações.
O Cardeal Montezemolo lembrou ainda que uma capela ecuménica vai funcionar na Basílica de São Paulo Extra-muros para assinalar a celebração do Ano Paulino. O espaço, o primeiro do género numa basílica papal, fica no local do baptistério que fazia parte de uma estrutura em cruz grega.
O Papa decidiu não abrir o túmulo de São Paulo encontrado após vários anos de escavações. «Seria demasiado perigoso e delicado tentar abrir o túmulo» indicou o arcipreste da Basílica, ressalvando que é unânime a opinião de que se trata dos restos mortais de São Paulo.
Os responsáveis do Vaticano asseguram que o sarcófago que se encontra sob o altar papal da Basílica de São Paulo, em Roma, era considerado, já no ano 390, como o do Apóstolo.
As escavações decorreram entre 2002 e 2006 e foi debaixo do altar papal que se deu o achado: um sarcófago com a inscrição incompleta «Paulo apostolo mart(yri)» (Paulo Apóstolo Mártir), vísivel desde a base do altar e ao nível da antiga basílica, construída no século IV.
Fonte: Diário do Minho

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

RETIRO - ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÃO

5 (cinco) catequistas da diocese de Viana do Castelo estão inscritos no retiro de Fevereiro.
A Equipa Didakê, dos Salesianos do Porto, que orientou a Jornada Diocesana em Setembro, está a preparar o retiro baseado na Família e nos Valores, tema muito importante nos nossos dias.
Aproveitemos esta oportunidade para parar e reflectir.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Curso de Iniciação em Paredes de Coura


Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz,
que apregoa a boa-nova, e que proclama a salvação. Is 52, 7



Tem início no próximo dia 1 de Fevereiro, às 20,30h, no Salão Paroquial da Vila de Paredes de Coura, um Curso de Iniciação para os catequistas.
Ainda se aceitam inscrições. O programa é o seguinte:

Módulo 1 - O que é a Catequese. Quem é o Catequista
1 de Fevereiro de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Pe Meira
Módulo 2 - A Bíblia e o Catequista
8 de Fevereiro de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Pe Moreira
Módulo 3 - As idades da criança e do adolescente
15 de Fevereiro de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Cátia Sousa (psicóloga)
Módulo 4 - Catequese e família
22 de Fevereiro de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Sofia Brito
Módulo 5 - O Catequista, o Guia e o Catecismo
29 de Fevereiro de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Pe André
Módulo 6 - Como preparar uma sessão de catequese
7 de Março de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Pe André
Módulo 7 - Catequese prática - Infância
14 de Março de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Tomásia Cunha (Secretariado)
Módulo 8 - Catequese prática - Adolescência
28 de Março de 2008 - 20,30 horas
Monitor: Tomásia Cunha (Secretariado)
Módulo 9 - Catequese e Comunidade
4 de Abril de 2008 - 21 horas
Painel com párocos, catequistas, pais e Celebração da Palavra com a entrega dos Diplomas

Organização da Equipa Arciprestal de Catequese de Paredes de Coura
com a colaboração do Secretariado Diocesano de Educação Cristã da Infância e Adolescência

Caminho ecuménico, caminho da unidade de fé

Na Oração do "Angelus", no domingo passado, o Papa Bento XVI, dedicou a catequese introdutória à oração das Ave-Maria à semana de oração pela unidade dos cristãos.
Referiu que «temos todos o dever de rezar e agir para superar todas as divisões entre os cristãos, correspondendo ao desejo de Cristo "Ut unum sint". A oração, a conversão do coração , o reforço dos vínculos de comunhão formam a essência deste movimento espiritual que fazemos votos que possa conduzir em breve os discípulos de Cristo à celebração comum da Eucarístia, manifestação da sua plena unidade».
Citando o tema bíblico proposto este ano para esta semana ecuménica - "Rezai continuamente" -, Bento XVI recordou o contexto desta exortação do Apóstolo Paulo, que se dirigia à comunidade de Tessalónica que vivia no seu seio contrastes e conflitos. «Convidando à oração incessante os cristãos tessalonicenses - observou o Papa - Paulo quer fazer compreender que é da vida nova em Cristo e no Espírito Santo que provém a capacidade de superar o egoísmo, vivendo em paz e em união fraterna e levando cada um, de bom grado, os pesos e sofrimentos dos outros. Nunca nos devemos cansar de rezar pela unidade dos cristãos! Quando Jesus, na última Ceia, rezou para que os seus "sejam uma só coisa", tinha em mente uma finalidade precisa: "para que o mundo creia". A missão evangelizadora da Igreja passa portanto pelo caminho ecuménico, o caminho da unidade de fé, do testemunho evangélico e da autêntica fraternidade», acrescentou o Sumo Pontífice.
Recordando que ele próprio se deslocará, na próxima sexta-feira, à Basílica romana de São Paulo fora de muros para presidir às Vésperas solenes, Bento XVI, convidou os fiéis a unirem-se-lhe nesse momento de oração. Concluiu o Pontífice pedindo que se invoque Maria, «a santa Mãe de Deus», para que «obtenha do Senhor para todos os seus discípulos a abundância do Espírito Santo,de tal modo que possamos alcançar a perfeita unidade, oferecendo assim o testemunho de fé e de vida de que o mundo tem urgente necessidade».
Fonte: "Diário do Minho", 21.01.2008

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Retiro: FAMÍLIA e VALORES

Nos dias 8, 9 e 10 de Fevereiro, os catequistas da nossa diocese poderão reflectir sobre a Família e Valores, num retiro orientado pela Cooperativa Didakê, dos Salesianos do Porto.
Com início pelas 21 horas do dia 8 de Fevereiro, o Centro Pastoral Paulo VI, em Darque, acolhe o retiro.
Os catequistas interessados deverão fazer a sua inscrição junto do SDECViana ou pelo telefone 258 824 567.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

O apelo da Semana da Unidade

Celebramos, este ano, um século sobre o início da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Nela relembramos o gesto profético de Paul Wattson, que abriu um fecundo caminho que, ao longo de cem anos, congregou um número crescente de cristãos, provenientes das mais diversas tradições, em torno da oração pela reconciliação entre os discípulos e discípulas de Cristo e pela procura incessante e sempre renovada da unidade desejada pelo mesmo Cristo. Uma unidade na fé, na verdade e na caridade. Uma unidade no essencial, no respeito pela legítima pluralidade das diferentes tradições.
No rescaldo da III Assembleia Ecuménica Europeia, realizada na cidade romena de Sibiú de 4 a 9 de Setembro de 2007, este oitavário de oração torna ainda mais actual o que o cardeal Walter Kasper aí proferiu: "As mãos que se uniram não podem mais ser separadas". O mesmo repetira já o papa João Paulo II à saciedade, ao afirmar o carácter irreversível do caminho ecuménico. O mesmo é-nos reafirmado por Bento XVI e o mesmo foi o sentir dos delegados presentes em Sibiu. Os caminhos aí apontados revelaram as inúmeras possibilidades de construção e de vivência desta unidade no concreto da vida das Igrejas e de cada cristão: empenho social, luta pela integridade da criação, defesa dos direitos humanos, procura de uma civilização mais justa e fraterna, acolhimento do outro na sua diferença e na sua riqueza… Mas este Oitavário remete-nos para o essencial: não há unidade dos cristãos sem reconciliação, e esta é obra do Espírito em nós. Aqui, a oração converte-nos ao desejo que o Espírito grita em nós, abre-nos os horizontes para perceber a urgência da prece de Jesus para que "todos sejam um", cria em nós a capacidade de irmos ao encontro do outro numa atitude de verdade e de bondade.
"Orai sem cessar". Muitas celebrações ocorrerão nesta Semana, também ao nível juvenil (em Lisboa, no dia 19, na igreja lusitana de S. Paulo, na Rua das Janelas Verdes). Porque não arriscar a ir ao encontro dos outros e a perceber que é possível rezarmos em conjunto? Acreditamos no mesmo Senhor, acolhemos a Sua palavra, dirigimos para Ele a nossa oração comum. Se muito há ainda para andar, a verdade é que o caminho faz-se andando. E, como relembrou o Irmão Roger de Taizé na sua estadia em Lisboa, pouco antes de morrer, "nada nos torna mais responsáveis do que a nossa oração". Porque ela desinstala-nos e põe-nos em sintonia com a inquietude de Deus, que sempre procura o Homem para que este viva em comunhão consigo e com aqueles que é chamado a reconhecer como irmãos.

João Luís Fontes, Fórum Ecuménico Jovem
in Agência Ecclesia

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Encontro de Espiritualidade

É já na próxima sexta-feira, o 2º encontro de Espiritualidade deste ano pastoral, tendo como base de reflexão o discurso do Papa Bento XVI aos Bispos Portugueses.
Realizar-se-á no Centro Paroquial da Meadela - Viana do Castelo, pelas 21 horas.
Direccionado não só para os catequistas que estão a fazer o seu estágio do Curso Geral, este encontro tem um "lugar" reservado para cada um de nós.
Contamos contigo!

domingo, 23 de dezembro de 2007

SANTO NATAL

Deus Menino veio fazer morada entre nós.
O sinal é a estrela.
O cenário é o estábulo.
O motivo é comunicar o seu amor à humanidade.
O presente é Jesus.

A certeza é que Deus, o Emanuel, está connosco.
O momento é de alegria.
O grito é de compromisso.

Que a estrela de Belém continue a brilhar. E que o Menino Jesus nos motive a participar na construção da nova humanidade.
Que o Jesus Menino aponte o caminho da Boa Nova da Salvação para promover a paz, justiça e solidariedade.

Votos de um Santo e Feliz Natal!

sábado, 8 de dezembro de 2007

Arcos de Valdevez aposta na formação

Em sintonia com a Igreja que "deve considerar como tarefa prioritária a formação de catequistas com uma fé profunda" (DGC 33), o arciprestado de Arcos de Valdevez organizou um Curso de Iniciação para Catequistas, depois de muitos anos sem resposta à formação dos catequistas.
Ao longo de nove sábados (durante 2 meses), 40 catequistas oriundos de 14 paróquias do arciprestado de Arcos de Valdevez, deslocaram-se até à paróquia de Aboim das Choças para receberem formação.

No dia em que a Igreja celebra a Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, o Director do SDECIA de Viana do Castelo, Pe. Valdemar Fernandes, a convite do arciprestado de Arcos de Valdevez, juntou-se aos catequistas e a alguns párocos, para fazerem a avaliação dos vários encontros e procederem à entrega dos Certificados aos párocos dos catequistas participantes para que, em cada comunidade, os catequistas façam o seu compromisso e lhes seja entregue o certificado das mãos do respectivo pároco.
Nas palavras dirigidas aos catequistas, o director do SDECViana salientou que "com a vontade dos párocos e o interesse dos catequistas em aceitarem o desafio lançado, respondemos ao apelo do Santo Padre para que a Igreja que está em Portugal se transforme ao ritmo do Vaticano II ".

Segundo o Delegado Arciprestal de Catequese dos Arcos de Valdevez, Pe. André, o objectivo deste curso era proporcionar a preparação básica necessária para que cada catequista possa exercer a Missão que lhe está confiada.
Após este curso está apontado um outro para o início do próximo ano para que em Setembro de 2008, o Curso Geral de Catequese seja acolhido pelo Arciprestado de Arcos de Valdevez.

Assim esperamos!

Contamos contigo, Pe. André!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

JORNADAS NACIONAIS DE CATEQUISTAS

«Novos Catecismos - Nova Catequese - Novos Catequistas - "Para que acreditem e tenham vida"» foram os temas que estiveram no centro da reflexão, durante as Jornadas Nacionais de Catequistas, que decorreram em Fátima, nos dias 30 de Novembro, 1 e 2 de Dezembro.
O Bispo auxiliar de Lisboa, D. Anacleto Oliveira, referiu que a revisão do processo de iniciação cristã vai no sentido de “contribuir para a formação de verdadeiros cristãos e fidelizar os catequizandos, depois de um processo de 10 anos de catequese e na sua condição de membros da Igreja”. Quanto aos catecismos, explicou que a maior preocupação na sua revisão foi fazer dos encontros de catequese "verdadeiras vivências de fé". Partindo da experiência humana de vida dos adolescentes, da sociedade, do meio ambiente, das ansiedades e necessidades, “quisemos dar uma resposta a essas questões à luz da fé, para que as experiências sejam alimentadas pela Palavra de Deus, como uma proposta de interiorização e reflexão”. No final pretende-se que “este processo culmine num verdadeiro acto de fé, expresso na oração”, com incidências na vida, “resultando no compromisso de vida”. No final de cada tema, faz-se uma síntese para que “possam memorizar e servir para a o resto da vida”.
Responsáveis do SNEC referiram que a linguagem foi "um dos grandes pólos de atenção na preparação dos catecismos". As experiências estéticas, a variedade da linguagem tem um especial destaque e “ganham eco entre os catequizandos”.
A necessidade de formação é apontada como prioridade pela maioria dos catequistas participantes nas Jornadas.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Salvos pela Esperança

Depois de «Deus caritas est» (Deus é Amor), em 25 de Dezembro de 2005, o Vaticano apresenta-nos agora a segunda encíclica de Bento XVI «Spe Salvi» (Salvos pela Esperança).
Dirigida a toda a Igreja, a nova carta do Santo Padre chama a nossa atenção para a esperança cristã.
"Spe Salvi", divide-se em oito partes - «A fé é esperança», «O conceito de esperança baseado na fé do Novo Testamento e na Igreja primitiva», «A vida eterna», «É individualista a esperança cristã?», «A transformação da fé esperança cristã no tempo moderno», «A verdadeira fisionomia da esperança cristã», «Lugares de aprendizagem e de exercício da esperança» e «Maria estrela da esperança»- , num total de 77 páginas.
Temos a certeza de que estes ensinamentos do Santo Padre, que acolhemos com alegria, constituirão um novo alento para as nossas comunidades e para toda a humanidade tão necessitada da “grande esperança” que dá sentido à vida e força para vencer as dificuldades do dia a dia. Queremos ser, cada vez mais, pessoas de esperança!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ao SDEC

Obrigada pelo convite para participar neste espaço de partilha, de ajuda, de reflexão.
É neste espírito de equipa que a Catequese deve trabalhar.
Um bem haja a todos.

ADVENTO: VIVÊNCIAS

Advento:
É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
Nas nossas comunidades e arciprestados já temos vivências para este tempo. Partilhemos!
Do Arciprestado de Paredes de Coura chegou-nos a Vivência de Advento utilizada em 2004 que poderá ser útil.
Com a pretensão de envolver catequese, família e comunidade em geral, as comunidades de Cristelo e Moledo, no arciprestado de Caminha, prepararam e partilham connosco a sua Vivência.
A nossa colega "Catequista" partilhou connosco o que farão na sua paróquia:
"Na nossa paróquia a vivência do Advento pretende envolver a família e a comunidade, de um modo geral. Em cada semana, na Eucaristia que contará com a participação da catequese, será colocada uma peça do presépio que estará a ser construído ao lado do altar. Aí estará afixada a frase da semana para reflectir por todos, em casa ou na igreja. Todos serão convidados ainda a oferecer estímulos de vida (Estímulos de vida são gestos, atitudes ou palavras que permitem dizer ao outro o amor que se lhe tem, reconhecer nele os aspectos positivos, acarinhá-lo como uma pessoa única e olhá-lo como uma obra da ternura de Deus. Assim, em cada semana, será proposto à criança/comunidade paroquial que ofereça estímulos de vida à pessoa a quem se dedica a semana.) Nos grupos de catequese a ideia também será construir um presépio (com os grupos de crianças) ou convidar à reflexão (no caso dos adolescentes). O produto final será apresentado na nossa celebração de Natal, a realizar na Epifania. "

domingo, 25 de novembro de 2007

Decálogo do Domingo Cristão

O recenseamento da prática dominical dos católicos veio demonstrar que no nosso país o sentido cristão do Domingo está em declínio. Na Carta Pastoral Dies Domini (Dia do Senhor) de João Paulo II, são apresentados os 10 mandamentos do cristão em relação à vivência do Domingo:

  1. No Domingo celebra-se a vitória de Cristo, é o Dia da Ressurreição do Senhor. E o dia da “nova criação”, e tempo de prefiguração do “último dia”, quando Cristo vier na Sua glória “fazer um mundo novo”.
  2. Não se converta o Domingo em fim-de-semana, entidade como meio tempo de descanso e diversão.
  3. O Domingo é o dia da fé e da esperança, pela participação na eucaristia, “Ceia do Senhor”, “bodas do Cordeiro”.
  4. A missa dominical actualiza o sacrifício da cruz, embora de modo incruento.
  5. A missa de TV é para os que estão impedidos de participar na Eucaristia, e por isso estão dispensados do preceito; os outros devem participar no local em que se encontrem.
  6. Domingo é o dia da alegria e para a educação na alegria; não é dia penitencial.
  7. O descanso dominical é uma coisa sagrada: dia de paz do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo.
  8. O Domingo é uma Escola de Caridade.
  9. O Domingo revela-nos o sentido do tempo, já que nos orienta para a segunda vinda de Cristo.
  10. O cristão não pode viver sem a missa dominical.

Se, no passado, foram os monges que contribuíram para a santificação do domingo, já caberá, porventura, às famílias cristãs essa missão, vivendo-o antes de mais como o Dia do Senhor e Dia da Família.

In http://www.sdplviseu.web.pt

Vou à missa aos domingos, porquê?

Para responder a esta pergunta, preciso de ter em conta toda a minha vida, a educação e o testemunho da minha família, a formação catequética e académica que fui adquirindo durante a vida e as leituras que foi fazendo nos meus tempos de lazer, de pesquisa e de formação permanente.
Vou à missa aos domingos por obrigação ou porque a Igreja assim o “preceitua”? Vou à missa porque acredito. Poderia ir à missa por rotina, porque sempre foi assim (domingo, dia do Senhor), não esquecendo os “dias santos de guarda”.
Quero deixar bem claro que vou à missa aos domingos por necessidade. Sim, por necessidade de rezar em comunidade, porque todos os dias faço a minha oração pessoal. Vou à missa aos domingos, porque tenho necessidade de rezar em comunidade, com as pessoas que conheço e também com aquelas que desconheço, ou que nunca as tenha visto ou cruzado na minha vida. Vou à missa para, com os outros, partilhar um momento de oração, de acção de graças que é toda a celebração da Eucaristia.
Vou à missa porque gosto, ninguém me obriga, a não ser uma necessidade interna: necessidade de ir à missa.
Também quero dizer que vou à missa para, em comunidade, contemplar e fazer uma experiência de Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo, para agradecer tudo, a vida, o facto de ser e de estar vivo, a capacidade de fazer opções, apesar das minhas misérias humanas.
Mas, algumas crianças também me fazem esta pergunta: ir à missa, para quê? Bem, tenho que dar uma resposta simples, clara e compreensível. Dentro das minhas limitações, lá tento dar uma resposta.
Começo por lhes dizer que a missa é um acto de amor, de um amor como aquele que existe entre os pais e os filhos. O amor é algo que existe, ou seja, tem vida. Ora, tudo o que tem vida precisa de se cuidar e de se dar atenção. Há que cuidar da vida e também do amor.
Se temos plantas em casa, temos de cuidar delas, regando-as, adubando-as, para que estejam sempre bonitas e possam dar flores ou frutos. Se temos animais, temos de os estimar, alimentar e cuidar da sua saúde. Temos pessoas que gostamos muito. Devemos também cuidar deste amor, porque ele está vivo e vive porque estamos vivos (vive em nós e nos outros).
Assim, vamos à missa, porque amamos Deus, nosso Pai, que nos ama, e porque somos seus filhos também nos amamos uns aos outros, conhecidos e desconhecidos. Este amor tem de ser cuidado, alimentado, para crescer e dar fruto. Se este sentimento está gravado no meu íntimo, a missa ao domingo terá outro sabor.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

"Buscadores de Deus" e a "A Sagrada Escritura"

No passado fim de semana realizou-se, no Centro Paulo VI, em Darque, um retiro para catequistas. Estiveram presentes 25 catequistas provenientes dos arciprestados de Paredes de Coura, Valença e Viana do Castelo.
Ao longo do retiro, orientado pelo Pe. Dr. Alfredo Sousa, foram desenvolvidos os temas "Buscadores de Deus" e "A Sagrada Escritura". Este retiro foi realizado com "a Bíblia na mão", como referiu o Pe. Dr. Alfredo.
O próximo retiro, organizado pelo SDEC Viana realizar-se-á nos dias 8, 9 e 10 de Fevereiro e será orientado pelos Salesianos, do Porto.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Feed-back da renovação dos catecismos

O Arciprestado de Caminha, em reunião de Delegados Paroquais, fez uma análise sintéctica aos novos catecismos.
Deixamos aqui a sua reflexão:
Relativamente aos catecismos da adolescência: são esteticamente atractivos, envolvem mais os adolescentes - eles sentem que o catecismo lhes pertence; as imagens utilizadas são muito apelativas. Convém que os catecismos sejam actualizados frequentemente para não haver uma discrepância tão acentuada.
A existência de várias alternativas para a mesma catequese (na Experiência Humana) permite ao catequista adequar as actividades ao seu grupo concreto. A introdução de dinâmicas na interiorização da Palavra trouxe uma maior motivação por parte dos adolescentes à Sua reflexão. Realçam também as sugestões diversificadas quanto ao modo de oração e a introdução de actividades entre-catequeses.
Algumas actividades existentes nos catecismos tem gralhas; sugerem a sua correcção nas próximas re-edições (p.e. no catecismo do 7º ano, pág. 10 - REALIZAMOS: no Acróstico, os espaços deixados em branco não se coadunam com os caracteres a serem inseridos. Por ex. no 1: o A deveria ser a 1ª letra e não a 3ª).
Notam que o 1º encontro precisa de menos tempo do que o 2º. Se precisam de 1 hora para o 1º encontro, o 2º precisa de pelo menos 1:30h. Nem sempre é possível esta disponibilidade.

Relativamente ao catecismo do 1º ano, este é também muito atractivo, apelativo, com bastantes imagens. As actividades propostas foram bem conseguidas. As dinâmicas utilizadas são sugestivas e adequadas. Visto ter sido editado mais tarde, a análise não é tão aprofundada.
Como nota final, salientam a importância da formação para os catequistas.

Aguardamos o feed-back de outros arciprestados.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

MATERIAL DE APOIO

Já estão disponíveis, nas livrarias diocesanas, todos os CD's de apoio à Adolescência. Estes CD's contém as músicas sugeridas nos guias do catequista.
A re-edição do Guia do catequista do 1º ano também já está à disposição, nas livrarias diocesanas.
Para a semana chega o novo dossier de apoio ao catecismo do 1º ano. Inclui 96 imagens e dísticos para apoiar a dinamização dos encontros.
Aguardamos o feed-back dos catequistas em relação aos novos catecismos.

sábado, 10 de novembro de 2007

PROVISÃO

«Considerando que a fundamentação básica e catequese foi assumida como opção prioritária desta Igreja particular, particularmente após a realização do Sínodo Diocesano; reconhecendo-se a necessidade de reforçar de meios humanos esta área de pastoral; dispondo a Diocese, a partir do corrente ano, de mais um sacerdote com formação especializada nesta área do saber;
Havemos por bem nomear Vigário Episcopal para a Doutrina da Fé e Catequese o Rev.do Pe. Dr. Vasco António da Cruz Gonçalves, em acumulação com os cargos que já lhe estavam confiados.»

Viana do Castelo, 31 de Outubro de 2007
D. José Augusto Pedreira, Bispo de Viana do Castelo
Fonte: Notícias de Viana, n.º 1348 de 8 de Novembro de 2007

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE - Viveremos Eternamente!

É já hoje - 9 de Novembro, pelas 21:30 horas, no Centro Paroquial da Meadela, o 1º Encontro de Espiritualidade deste ano catequético.
Porque estamos a viver um tempo de oração e comunhão com os defuntos, o director do SDEC Viana, Pe. Valdemar Fernandes, ajudar-nos-á a reflectir sobre a realidade da morte celebrada em Cristo Ressuscitado.
Há uma cadeira reservada para cada um de nós!

A propósito deste tema, vem na Revista Audácia deste mês, um artigo interessantíssimo assinado por Margarida Maria, com o título ALÉM, HÁ ESPERANÇA. Passamos a citá-lo para reflexão:
«Os católicos acreditam numa vida além da morte, mas há quem defenda que com a morte tudo se acaba, tudo se apaga. Em todo o caso, não o sabemos, como não o sabiam os dois gémeos de um breve conto do qual me falaram recentemente e que passo a partilhar convosco. Os dois gémeos discutiam as suas preocupações no ventre da mãe. Um queixava-se que o outro tinha crescido muito e, por isso, já não se conseguia mexer. O outro, embora afirmasse ser muito franzino, tinha exactamente as mesmas queixas do irmão. Certo dia, um perguntou ao outro:
— Tens alguma ideia do que vai acontecer a seguir? Ficaremos aqui, esmagados, um contra o outro? Iremos odiar-nos devido à falta de espaço? O local onde estamos acabará por rebentar? O que vai acontecer connosco?
— Não faço ideia nenhuma — respondeu o outro. E continuou: - Não acreditas que há vida depois do nascimento?
— Vida depois do nascimento? Acreditas nisso? Onde foste buscar essa ideia?
— Claro que sim! Acredito que essa é a finalidade da nossa vida, aqui, nesta escuridão. É preciso que nos tornemos bastante fortes para enfrentar o parto e a vida que se segue ao nascimento.
— Estás maluco? Isto é um absurdo. E o que é que aconteceria lá fora, quando saíssemos daqui?
— Eu não sei quase nada... Mas, pelo que me apercebo, lá fora tem mais luz e ouço vozes. De vez em quando há aquele som melodioso que tanto nos agrada e acalma. E, quando estamos mais agitados, sinto uma espécie de mão a passar, como se nos acariciasse. Quem sabe, talvez haja outros a quem podemos tocar, talvez sejamos capazes de caminhar e de comer com a nossa própria boca.
— Que ideias mais estranhas tu tens! Comer com a boca? Para quê se temos o cordão umbilical que nos traz alimento e que, aliás, é muito curto para nos permitir sair daqui.
É evidente que deverá haver diferenças. Temos de esperar. Não sei...
— Pois claro que não sabes! Ninguém voltou de lá para contar! Mesmo ninguém, entendes? Com o nascimento, a vida termina. Aliás, eu acho que esta vida é muito sofrida e sombria.
— Mesmo que nós não saibamos o que vai acontecer, vamos, finalmente, conhecer a nossa mãe!
— A nossa mãe? Também acreditas nela? Onde é que ela está?
— Aqui, onde nós estamos, em toda a parte, à nossa volta! Sem ela não poderíamos estar vivos!
— Olha, nunca vi nada que se parecesse com alguma coisa chamada «mãe»... Não creio que ela exista!
— Tu não vês? Ou não queres ver? Às vezes, quando estamos quietinhos, eu ouço alguma coisa, como uma voz, um tanto inacessível, é certo, mas ao mesmo tempo, muito próxima de nós. Como quando nos mexemos... Julgo que ela existe e nos veremos um dia. E estou ansioso que esse momento chegue.
— Está bem. Queres iludir-te, não é? Fica com a tua imaginação...

METÁFORA
Este conto não tem um final, porque o fim é o que cada um de nós é capaz de fazer da vida para poder estar em Paz consigo mesmo.
De facto, costuma ouvir-se dizer que «da morte ninguém voltou» e não se sabe o que acontece depois. As diferentes religiões dão-nos também diferentes pontos de vista, mas as dúvidas são o que mais subsiste. Apesar de tudo, fica a esperança...
Este conto, esta metáfora da morte, permite-nos, contudo, reflectir. E não deixa de ser curioso que essa reflexão parta dos gémeos por nascer, sabendo nós já que, depois do nascimento, existe outra vida, ainda que ninguém tenha voltado ao ventre materno para o revelar, como defende um dos pequenos. Fica, no entanto, a fé do outro, a sabedoria de aprender a esperar de coração e mente abertos, a esperança em tudo o que o futuro nos pode trazer.
Não sabemos o que a morte nos traz, como os gémeos não sabiam o que lhes traria o nascimento. Mas temos de ter sempre a certeza de que a vida, seja qual for o momento em que se estiver, deve ser vivida plenamente, com a consciência da Paz e no sentido da esperança. »
em Revista Audácia, Novembro 2007, pag. 36

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

ADVENTO

Aproxima-se o tempo do Advento.
É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
E como vamos fazer essa preparação?
Com certeza, já estamos a pensar como vamos viver este tempo forte do Advento, nas nossas paróquias.
Caso queiram partilhar connosco essas vivências, não hesitem.
Aguardamos notícias vossas.

sábado, 27 de outubro de 2007

MENSAGEM AOS CATEQUISTAS PELO CARDEAL HUMMES

No dia 18 de Outubro, festa de São Lucas Evangelista, o Cardeal Cláudio Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero, enviou uma Mensagem aos Catequistas do mundo inteiro.
Neste primeiro ano de serviço como Prefeito da Congregação para o Clero, à qual está confiada o sector da catequese, o Cardeal Hummes quis enviar uma saudação cordial e fraterna aos catequistas do mundo, pedindo que Deus, bom e grande no amor, rico em misericórdia, os abençoe de modo muito especial.
Na sua mensagem, deseja, antes de tudo, comunicar aos catequistas o seu apreço pelo serviço eclesial que prestam, de modo incansável, na educação da fé católica de muitos catecúmenos e baptizados. Assegura o seu carinho pelos comprometidos no bom combate pela fé, que, muitas vezes, requer tantos sacrifícios heróicos, aos quais os catequistas respondem com alegria e preserverança.
Na fidelidade a Deus e ao homem, o Cardeal afirmou que os catequistas continuam a ser, para as suas comunidades paroquiais, uma verdadeira riqueza e autênticos sinais promissores. Por isso, Dom Cláudio Hummes exorta os catequistas, espalhados pelo mundo inteiro, a continuarem a demonstrar paixão e dedicação ao serviço que prestam como educadores e testemunhas da verdade, que transmitem, integral e fielmente, aos homens do nosso tempo.
O Cardeal convida os catequistas a serem capazes de fortalecer a sua fé, mediante a oração, a formação e a caridade; a serem sempre alegres e diligentes, para que, através da sua obra, seja dada glória a Deus. Apela para que com os seus gestos, sorrisos e palavras sejam testemunhos vivos de que o amor de Deus é possível.
Por fim, o Cardeal Hummes, chama a atenção dos catequistas a redescobrirem as raízes profundas do seu testemunho e a nutrirem o seu serviço catequético com o alimento dos fortes, ou seja, com a Eucaristia. Encoraja-os a revelarem o rosto de Cristo a todos os que encontrarem, na gratidão e na fidelidade do seu serviço; a serem evangelizadores alegres, animados e pacientes; a serem ministros do Evangelho, cuja vida irradia o fervor da alegria de Cristo.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

RETIRO PARA CATEQUISTAS

Todos nós sabemos o importante que é parar e reflectir, ao longo da vida.
Para nós, catequistas, como educadores da fé e como discípulos de Jesus, devemos parar e reflectir acerda da nossa Missão.
O objectivo de um retiro é ajudar-nos a encontrar-nos connosco próprios e com Deus para discernirmos o que é prioritário na nossa vida de fé e descobrirmos o que Jesus nos pede, no intímo do nosso coração.
Assim, o SDEC organiza um retiro com início no dia 16 de Novembro, à noite e término no dia 18, no Centro Pastoral Paulo VI, em Darque - Viana do Castelo, sob orientação do Pe. Dr. Alfredo Sousa.
As inscrições deverão ser feitas até ao final do mês de Outubro.

GUIA DO 1º ANO

Já chegou às livrarias diocesanas o Guia do 1º ano. Dentro de duas semanas estão previstos chegar os catecismos. Aguardamos com expectativa.
O 1º ano tem como celebração central a Festa do Acolhimento a realizar na 4ª sessão de catequese. As nossas comunidades já estão a celebrá-la e, na secção Documentos, já temos alguns ficheiros, fruto dessas celebrações. As paróquias de Lanhelas, Seixas e Vilar de Mouros, do arciprestado de Caminha, na falta de um modelo nacional de diploma elaboraram dois que estão à disposição.
Agradecemos a partilha.

JORNADAS NACIONAIS DE CATEQUISTAS

Depois de uma breve pausa, estão de volta as Jornadas Nacionais de Catequistas.
Organizadas pelo Secretariado Nacional da Educação Cristã, terão início na tarde de 30 de Novembro até 2 de Dezembro de 2007, no Centro Paulo VI, em Fátima. Inscrições até 15 de Novembro.

Parabéns à equipa do SDEC

Parabens pelo vosso trabalho. Mais um espaço para encontrarmos notícias do Departamento da Catequese... para partilhar actividades e celebrações... esclarecer dúvidas... enfim, tudo aquilo que quisermos fazer.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Olá SDEC,

Acabei de receber o convite da minha colega catequista Inês.
Acho a ideia genial. Para podermos fazer um bom trabalho temos de, cada vez mais, usar todos os meios que temos à nossa disposição. E este, da comunicação, é imprescindível. Senão como poderiamos ser discípulos?
Obrigada por mais esta ferramenta.
Elisa

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Parabéns!

Parabéns Secretariado!

A vossa disponibilidade ao serviço dos outros é exemplar.
A Diocese de Viana deu um passo importante disponibilizando um canal de comunicação sem barreiras como aquele que as NTI nos permitem.
Que Deus vos ajude e nos ajude a partilhar a Palavra e a Acção.
Inês Ferreira

RETIRO DE FEVEREIRO - alteração de data

Na apresentação do plano de trabalho, em 15 de Setembro, referimos que o retiro de Fevereiro de 2008 seria no primeiro fim de semana do mês. Informamos que esse retiro realizar-se-á nos dias 8, 9 e 10 de Fevereiro (fim-de-semana seguinte ao referido), no Centro Paulo VI, em Darque sob a orientação dos Salesianos, do Porto. Pedimos desculpa pela alteração da data.
Os interessados deverão fazer a sua inscrição, no SDEC, com um mês de antecedência.